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- Bosch de Braga dispensa trabalhadores por “estagnação” e “transformação tecnológica” do mercado automóvel
- Tecnologia de Energia e Construção
- Como vês o papel da Inteligência Artificial no futuro do desenvolvimento de software e na tua função?
- Nexperia, a empresa que os holandeses tiraram aos chineses
Com mais de 7.000 funcionários na fábrica de Braga, Aveiro, Ovar e no hub de serviços de Lisboa, a Bosch é um dos maiores empregadores e exportadores do país. Fonte oficial da empresa em Portugal diz que “é muito cedo” para dar mais informações. O último grande anúncio é de um investimento de 100 milhões de euros em Aveiro para aumentar produção de bombas de calor. Além de prever continuar a aumentar o número de funcionários no país, a empresa continua também a ser um grande investidor. “Com estas mudanças de pessoal, a Bosch garante uma transição tranquila na gestão da fábrica da Bosch em Braga“, garante ainda fonte oficial da subsidiária do grupo germânico.
Bosch de Braga dispensa trabalhadores por “estagnação” e “transformação tecnológica” do mercado automóvel
Tal notícia surge no seguimento de outras operações da multinacional alemã que, recentemente, visaram reduções do número de trabalhadores, tal como em 2024 com 300 operários e cerca de outros 300 entre janeiro e setembro deste ano. A Bosch de Braga retoma na segunda-feira o regime normal de laboração, levantando o ‘lay-off’ iniciado este mês e que estava previsto durar até abril de 2026 devido à escassez de componentes, anunciou hoje a empresa. "Com base num fornecimento mais contínuo de componentes e nas medidas de mitigação implementadas, os contratos de trabalho dos colaboradores afetados voltarão a estar plenamente ativos", avançou a empresa. Em 2019, aceitou o desafio de se mudar para a Roménia, onde liderou as operações de produção e engenharia na fábrica de Cluj. A partir de hoje, Carlos Jardim bosch-career.pt assumirá a responsabilidade de gestor técnico da unidade, sucedendo Carlos Ribas.
Tecnologia de Energia e Construção
Na sessão inaugural, que preencheu o novo auditório, António Costa aproveitou para puxar dos galões da engenharia portuguesa e destacou também que o novo centro de tecnologia e desenvolvimento da Bosch "demonstra a excelência do sistema científico português, em particular no domínio da engenharia", que foi capaz de captar mais este investimento da multinacional alemã. Localizado em Sequeira, a escassos 4,6 quilómetros do principal complexo industrial bracarense, dedicado a tecnologias para automóvel, as equipas desta nova unidade de 4.500 metros quadrados de área total, apresentada como "a maior obra" do grupo germânico na Europa, estarão focadas sobretudo no desenvolvimento de soluções para a divisão de sistemas de controlo de chassis. A Bosch diz que “mantém a sua prontidão de produção nas áreas afetadas para poder produzir de forma flexível e rápida assim que os componentes eletrónicos chegarem” e sublinha que “assim que este problema for resolvido, a produção em Braga deverá regressar à normalidade”. Na mesma nota, a empresa diz que as suas “equipas de especialistas estão em contacto próximo com a Nexperia, um dos nossos fornecedores de componentes eletrónicos, assim como com os clientes afetados e outros fornecedores e subfornecedores”. A Bosch de Braga vai entrar em ‘lay-off’, a partir de novembro e “até presumivelmente” abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2.500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou a empresa esta terça-feira.
Como vês o papel da Inteligência Artificial no futuro do desenvolvimento de software e na tua função?
Descubra tudo o que pode saber sobre esta empresa com as nossas soluções A equipa de Braga trabalhará em articulação com outras unidades da Bosch na Alemanha, Suécia e também em Ovar, onde já existe uma equipa dedicada ao desenvolvimento de Connect Devices para eBikes, como displays e comandos remotos responsáveis pela gestão e controlo do equipamento. A partir de Portugal, a empresa irá desenvolver e integrar várias tecnologias para eBikes, incluindo algoritmos antirroubo baseados em inteligência artificial e machine learning, embedded software, sistemas de validação, serviços em cloud e uma infraestrutura de testes especializada (Device Farm). Instalada em Braga, a nova unidade irá focar-se no desenvolvimento de tecnologias de segurança avançadas, conectividade e serviços digitais para bicicletas elétricas. A situação foi comunicada à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) no passado mês de março, mas, até ao momento, os trabalhadores não receberam qualquer resposta oficial sobre o processo. A candidata salientou que «estas são medidas possíveis em Portugal, perfeitamente comportáveis para as empresas, como é o caso da Bosch.
O Governo neerlandês anunciou estaquarta-feira ter suspendido a intervenção na Nexperia, que permitia bloquear decisões da empresa chinesa de semicondutores que ameaçassem a produção de ‘chips’ na Europa, para reduzir a tensão com a China após semanas de conflito político. A Bosch de Braga anunciou a 28 de outubro passado que ia entrar em ‘lay-off’ a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, o que afetou 2.500 trabalhadores. Garantindo estar "a dar prioridade absoluta a todas as frentes" para "manter as suas cadeias de abastecimento e evitar ou minimizar restrições de produção", a empresa diz "encarar o futuro com confiança", apesar de a situação atual continuar "a colocar desafios significativos". No entanto, e "dependendo da situação geral de escassez de componentes e da evolução da política comercial", a Bosch diz não poder "excluir, em princípio, futuras interrupções de produção ou ajustes nos horários de trabalho". Aumento de componentes e medidas de mitigação permite que trabalhadores retomem ao normal, mas empresa não descarta novos ajustes.
Nexperia, a empresa que os holandeses tiraram aos chineses
“Chegaram informações que indicam a redução, desde o início do quarto trimestre de 2024, nos diversos turnos que laboram na empresa, através dos menos protegidos que são os trabalhadores com vínculos precários e temporários, com o recurso à não renovação do contrato. A Bosch de Braga vai entrar em lay-off, a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou esta terça-feira a empresa. Cerca de 2500 trabalhadores da fábrica de Braga da Bosch, a maior que a multinacional alemã detém em Portugal, vão entrar em lay-off em novembro, uma decisão que se deverá manter "presumivelmente" até ao final de abril de 2026 e que a empresa justifica com a escassez de componentes para peças eletrónicas. Falta de componentes obriga empresa a reduzir salários aos trabalhadores A Bosch de Braga retoma na segunda-feira o regime normal laboral, levantando a suspensão temporária do contrato de trabalho de 2500 trabalhadores, anunciou hoje a empresa.
Com a eletrificação total da unidade da unidade da Bosh em Braga, a empresa investiu também na instalação de 5.934 módulos solares fotovoltaicos capazes de gerar anualmente 4GWh de energia elétrica, para autoconsumo na sua totalidade. A unidade de Braga da multinacional Bosch vai colocar em ‘lay-off’ a maioria dos cerca de 3.300 trabalhadores a partir da próxima semana. A Bosch de Braga vai entrar em ‘lay-off’, a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2.500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou, esta terça-feira, a empresa. “Este projeto de descarbonização é muito relevante e significativo para a unidade da Bosch em Braga, pois reflete o trabalho que estamos a desenvolver no âmbito do nosso compromisso com a sustentabilidade, enquanto empresa e para com a sociedade de uma forma geral.
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- No entanto, e \"dependendo da situa\u00e7\u00e3o geral de escassez de componentes e da evolu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica comercial\", a Bosch diz n\u00e3o poder \"excluir, em princ\u00edpio, futuras interrup\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o ou ajustes nos hor\u00e1rios de trabalho\".\r\nSegundo refere, atualmente continuam a registar-se \"perturba\u00e7\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o e ajustes tempor\u00e1rios nos hor\u00e1rios de trabalho\" nas f\u00e1bricas da Bosch em Ansbach e Salzgitter, ambas situadas na Alemanha.\r\nEm causa est\u00e1 a insufici\u00eancia de componentes eletr\u00f3nicos provenientes da Nexperia, um dos fornecedores de componentes eletr\u00f3nicos do grupo Bosch.\r\nGarantindo estar \"a dar prioridade absoluta a todas as frentes\" para \"manter as suas cadeias de abastecimento e evitar ou minimizar restri\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o\", a empresa diz \"encarar o futuro com confian\u00e7a\", apesar de a situa\u00e7\u00e3o atual continuar \"a colocar desafios significativos\".\r\n\"A decis\u00e3o hoje anunciada reflete o firme compromisso da empresa em proteger o emprego\", enfatiza, referindo que \"os colaboradores do ‘site’ foram informados sobre o procedimento previsto\".\r\nSalientando acompanhar \"muito de perto\" a evolu\u00e7\u00e3o atual da pol\u00edtica comercial, a Bosch diz observar \"os primeiros passos rumo a um di\u00e1logo pol\u00edtico entre as partes envolvidas\" e manter \"a esperan\u00e7a numa solu\u00e7\u00e3o duradoura\".\r\nA Bosch de Braga anunciou a 28 de outubro passado que ia entrar em ‘lay-off’ a partir de novembro e \"at\u00e9 presumivelmente\" abril de 2026, o que afetou 2.500 trabalhadores.\r\nO ‘lay-off’ consiste na redu\u00e7\u00e3o tempor\u00e1ria dos per\u00edodos normais de trabalho ou suspens\u00e3o dos contratos de trabalho efetuada por iniciativa das empresas, durante um determinado tempo, devido a motivos de mercado, motivos estruturais ou tecnol\u00f3gicos ou cat\u00e1strofes ou outras ocorr\u00eancias que tenham afetado gravemente a atividade normal da empresa.\r\nO Governo neerland\u00eas anunciou hoje ter suspendido a interven\u00e7\u00e3o na Nexperia, que permitia bloquear decis\u00f5es da empresa chinesa de semicondutores que amea\u00e7assem a produ\u00e7\u00e3o de ‘chips’ na Europa, para reduzir a tens\u00e3o com a China ap\u00f3s semanas de conflito pol\u00edtico.\r\nNum breve comunicado, o ministro neerland\u00eas dos Assuntos Econ\u00f3micos, Vincent Karremans, explicou que, dados os progressos entre a China e os Pa\u00edses Baixos, este \u00e9 \"o momento adequado para dar um passo construtivo, suspendendo\" a ordem dada ao abrigo da Lei da Disponibilidade de Bens, uma norma de 1952 que foi invocada pela primeira vez em setembro passado.\r\nO Governo neerland\u00eas interveio na empresa no final de setembro, considerando que o diretor chin\u00eas da Nexperia, Zhang Xuezheng, poderia comprometer o abastecimento europeu.\r\nA suspens\u00e3o n\u00e3o anula a interven\u00e7\u00e3o, uma vez que o Governo neerland\u00eas mant\u00e9m a op\u00e7\u00e3o de reativar a medida a qualquer momento se voltar a detetar riscos para a produ\u00e7\u00e3o europeia.
- Segundo o jornal, terá sido retirado o carro e o telemóvel da empresa aos gestores.
- A empresa aumentou as suas vendas em 3,8 por cento em comparação com o ano anterior, para 91,6 mil milhões de euros, apesar das condições económicas e de mercado desfavoráveis.
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